28 de junho de 2017
  • 8:00 - 8:45CREDENCIAMENTO
  • 8:45 - 9:00APRESENTAÇÃO E BOAS-VINDAS
  • 9:00 - 10:00RISCOS DE COMPLIANCESua empresa detêm métricas e indicadores para identificar e monitorar riscos estratégicos de Compliance? Nesse workshop, Marco Antonio Bueno, ex-Diretor de Gestão de Riscos da CPFL Energia, detalhará modelos e metodologias para aferir e mitigar a exposição de sua empresa à riscos regulatórios, legais e de imagem.

    - De uma visão reativa a um gerenciamento matemático: como quantificar o risco de Compliance;
    - Valoração do risco: quanto cada ameaça representa em sua receita operacional líquida anual?
    - Criação de indicadores: avaliação de performance em série histórica;
    - Monitoramento: definição de controles à riscos de maior probabilidade de impacto;
    - Avaliação de performance: redução do volume e da relevância de notificações e diminuição do ticket médio com custos de conformidade.
    - Ganhos financeiros: integração dos riscos de Compliance à gestão estratégica de riscos.
    Marco Antonio BuenoMarco Antonio Bueno
    Executivo de Gestão de Riscos, Compliance e Auditoria
    CPFL ENERGIA
  • 10:00 - 10:30Coffee break
  • 10:30 - 12:10PAINEL - COMO MEDIR A INTEGRIDADE PARA CONTROLAR PROCESSOS E MITIGAR RISCOS?
    - Compliance & Risk: processos críticos para implementar métricas e indicadores estratégicos;
    - Control Self Assessment: ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos legais, regulatórios e de Compliance;
    - Avaliação e aperfeiçoamento do ambiente de controles: Risk Assessment, mapeamento, teste e validação da efetividade dos principais controles;
    - Referência em indicadores de conduta ética nos negócios e integridade corporativa; e de aderência à políticas e procedimentos;
    - Ferramentas para mensuração qualitativa e quantitativa de riscos.

    Marco Antonio BuenoMarco Antonio Bueno
    Executivo de Gestão de Riscos, Compliance e Auditoria
    CPFL ENERGIA
    Luciano DiazLuciano Diaz
    Gerente de Departamento de Gestão de Riscos Corporativos
    SABESP
    Erlon Lisboa de JesusErlon Lisboa de Jesus
    Head of Internal Audit, Risk Management and Loss Prevention
    Grupo DPSP
    Eduardo da Costa AzevedoEduardo da Costa Azevedo
    Superintendente de Gestão de Riscos e Compliance
    ESTRE AMBIENTAL
  • 12:10 - 13:00VOTORANTIM CIMENTOS: COMPLIANCE & ENTERPRISE RISK MANAGEMENTSaiba como uma das maiores empresas globais de materiais de construção e líder na produção nacional de cal hidratada analisa os riscos de Compliance a partir de duas abordagens de risco complementares: numa visão estratégica de negócio, com ERM, e no mapeamento dos pontos de vulnerabilidades éticas, junto à legislação:

    - A integração de Compliance à matriz de Enterprise Risk Management e sua análise pela metodologia de risco para atingimento de objetivos de negócio;
    - Avaliação de riscos de Compliance com foco em integridade e legislação;
    - Integração de base de dados: desafios e avanços para a interação da matriz de risco com compliance e controles internos.

    Ana Luísa PinheiroAna Luísa Pinheiro
    Gerente Global de Riscos e Compliance
    VOTORANTIM CIMENTOS
  • 13:00 - 14:30ALMOÇO
  • 14:30 - 15:20M.DIAS BRANCO - As boas práticas adotadas pela líder nacional na fabricação e venda de biscoitos e massas para integrar as funções de Governança, Riscos e Compliance:
    - O processo de evolução da Governança em uma empresa de origem familiar e de capital aberto, registrada no segmento Novo Mercado da Bovespa;
    - Os resultados da sinergia entre as estruturas de Gestão de Riscos, Compliance e Controles internos;
    - Integração dos princípios, processos e métodos de gestão dos riscos corporativos;
    - A otimização de processos: como eliminar duplicidades, uniformizar sistemas, desburocratizar procedimentos e reduzir controles.

    Marcus Vinicius GomesMarcus Vinicius Gomes
    Gerente de Riscos e Controles Internos
    M. DIAS BRANCO
  • 15:20 - 16:10AXA SEGUROS BRASILRecentes exigências regulatórias no mercado brasileiro de seguros – com destaque para as circulares Susep 521/2015 e 492 – desafiam as empresas do setor a implantarem, até o fim de 2017, uma estrutura completa de gestão de riscos, desde a definição de apetites ao risco ao estabelecimento de um Plano de Continuidade de Negócio. Saiba como a AXA Brasil, subsidiária brasileira da maior seguradora do mundo em faturamento, se adapta às novas regulamentações e sinaliza os passos para a implantação de um modelo de negócio resiliente às mudanças do setor:

    • Os desafios das recentes exigências regulatórias no mercado brasileiro de seguros;
    • As similaridades entre as exigências da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e o regulador de seguros da União Europeia, a Eiopa;
    • A integração da gestão de riscos na AXA, numa perspectiva multidisciplinar e global;
    • A interação da área de Risco aos processos de tomada de decisão estratégica da companhia.

    Igor Di BeoIgor Di Beo
    Chief Risk Officer
    AXA SEGUROS BRASIL
  • 16:10 - 16:40Coffee break
  • 16:40 - 17:30AEROPORTO DE GUARULHOS: RISCOS CONTROLADOS NA OPERAÇÃOA gestão sistêmica de riscos no gerenciamento operacional do maior aeroporto do Brasil e o mais movimentado da América Latina:

    - Risk Assessment no planejamento, execução e viabilização de operações;
    - Comitês de Segurança Operacional, com participação direta do CEO, e avaliação de 30 KPIs;
    - Ações mitigatórias e planos e gerenciamento de crise.

    Cmte Miguel DauCmte Miguel Dau
    Chief Operating Officer
    GRU AIRPORT – AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS
  • 18:00 - 18:00ENCERRAMENTO DO PRIMEIRO DIA
29 de junho de 2017
  • 9:00 - 9:30WORKSHOP CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS E GESTÃO DE CRISESO PAPEL DO CRO NA PREPARAÇÃO, RESPOSTA E RECUPERAÇÃO DE CENÁRIOS DE CRISE
    Os desafios dos Chief Risk Officers para proteger a reputação e a entrega de valor de suas organizações:

    • Fundamentos da Gestão de riscos, Gestão de continuidade de negócios e Gestão de crises;
    • Definição clara de papéis, responsabilidades e conceitos (incidentes, emergências e crises);
    • Definição dos cenários potenciais de crise a partir da avaliação geral de riscos operacionais e estratégicos;
    • Planejamento das possíveis respostas e estruturação de grupos de resposta;
    • Simulações constantes de cenários de crise junto à alta administração;

    José Pela NetoJosé Pela Neto
    Professor de MBA para Gestão de Continuidade de Negócios e Gestão de Crises
    FECAP
  • 9:30 - 10:40PAINEL - POR QUE E COMO TRANSFORMAR O PROCESSO DE GESTÃO DE RISCO?O cumprimento das estratégias de negócio – pressionado cada vez mais por exigências regulatórias, operações anticorrupção, falhas de segurança e exposições ambientais – tem motivado empresas a avançarem em suas práticas de gestão e mitigação de riscos. Porém, são poucas as organizações que detêm processos estruturados de gestão de continuidade dos negócios e de crises, sendo a integração dessas áreas ainda mais rara. Como avançar no desenvolvimento de processos maduros capazes de proteger o valor das organizações em caso de incidentes e crises?

    • O que motiva a necessidade de aumentar o rigor da governança de riscos em sua empresa?
    • Primeiros passos e infraestrutura necessária para avançar da gestão de riscos à planos de continuidade e gestão de crises;
    • Comunicação de riscos empresariais: como, com qual frequência e com que indicadores endereçar riscos à alta administração: boas práticas para um envio tempestivo e claro de reporte;
    • A importância de um Comitê para orientar a gestão de riscos, continuidade de negócios e crises;
    • Lições aprendidas no treinamento e simulações de cenários potenciais de crise com os principais envolvidos.

    Renato LimaRenato Lima
    Head de Risco e Continuidade de Negócios
    Grupo Pão de Açúcar
    José Pela NetoJosé Pela Neto
    Professor de MBA para Gestão de Continuidade de Negócios e Gestão de Crises
    FECAP
    Jeferson PrevedelloJeferson Prevedello
    Chief Information Security Officer (CISO)
    GETNET
    Gerson Di MambroGerson Di Mambro
    Business Continuity and Crisis Manager
    ITAU
  • 10:40 - 11:10Coffee break
  • 11:10 - 12:00Continuidade de NegóciosEstudo de caso sobre o desenvolvimento e os principais desafios da implantação de um plano de continuidade de negócios em uma instituição financeira:

    »»O CRO e a interface com a área de tecnologia;
    »»Mapeamento de riscos, análise de impacto nos processos e estratégia de recuperação de desastres;
    »»Formação de um Comitê de Contingência e atribuições.
  • 12:00 - 14:00Almoço
  • 14:00 - 14:50Segurança numa empresa digital com pontos físicos e calor humanoUma abordagem viabilizadora para lidar com os desafios de segurança digital.

    »»Contexto e resultados;
    »»Qual é a estratégia de segurança da informação?
    »»Agilidade, transformação digital e cultura de startup;
    »»Conceitos de Lean IT em segurança digital;
    »»Comunicação otimizada;
    »»Confiança > Controle;
    »»Encante os clientes;
    »»Compartilhe decisões sobre riscos e corra riscos;
    »»Viabilize o negócio, isto é, beba junto e não coloque água no chopp dos outros!
    Gil SantosGil Santos
    Líder de Segurança Digital
    Magazine Luiza
  • 14:50 - 15:20Coffee break
  • 15:20 - 16:10GOLDMAN SACHS: VANTAGENS E TENDÊNCIAS DO USO DE BUSINESS INTELIGENCE E BIG DATA NO GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAISComo os dados gerados no ambiente corporativo podem ser convertidos em algoritmos e modelos estatísticos para prevenir condutas e orientar o gerenciamento de riscos:

    - De uma visão reativa a uma atuação preventiva: o uso de KPIs na criação de modelos preditivos de risco;
    - A administração de componentes subjetivos do risco operacional a partir de mecanismos mensuráveis;
    - A vantagem de uma gestão objetiva dos riscos operacionais para a integração do ERM.

    Juarez F. Borges FilhoJuarez F. Borges Filho
    Operations Divisional Risk Management & Change Delivery – Latam
    GOLDMAN SACHS
  • 16:10 - 17:00INTESA SANPAOLO: INTEGRAÇÃO DE RISCOS EM EMPRESAS FINANCEIRASO impacto das recentes regulações do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional na gestão de riscos das instituições financeiras e nas políticas de concessão de crédito:

    - Resolução nº 4.557: gerenciamento integrado de riscos e do gerenciamento de capital (GIR) das instituições financeiras;
    - Desafios para integração dos riscos operacional, mercado, crédito, capital e liquidez;
    - Relação risco X retorno na oferta e custo do crédito.

    Denis Eduardo PereiraDenis Eduardo Pereira
    Head of Risk & Capital Management
    SAN PAOLO
  • 17:00 - 17:00ENCERRAMENTO